Na estrada da vida predi meu contato…
tudo que eu faço parece perdido, nada tem sentido. O mundo da voltas trazendo de volta o presente do passado!
Meu "eu" me leva as nuvens, finjo que fujo de mim, a metamorfose nao se transforma ha muito mais tempo do que posso imaginar. Em nenhum momento te vejo comigo, o céu tem uma ilusão própria que eu desconheço.
O proximo passo não sei como dar, perdida nas pedars altas com grandes vidros, vejo o que eu quero do mundo a minha volta, flores sem espinhos furam meus dedos, o cheiro do cigarro penetra meus pulmões, a próxima estação não me leva a lugar nunhum, ou nenhum lugar que eu queria esta.
Pessoas feridas passam do meu lado e caminha comigo por segundos, transformo choro em velas, cada lagrima que caí é apenas água, nada de mim transforma seu pequeno mundo, quero viver com a luz do escuro do mundo!
Sinto cheiros, tenho nojo, tenho fome, quero saciar o meu mais profundo desejo, a alma do morro não tem estado transparente como a pluma. Aqui o frio é intenso, minhas mãos geladas tentam se mexer, o tempo passa e nada vejo, além do que eu preciso vê, caminhando vida a fora, tudo que eu quero não posso tocar, no asfalto vidas são levadas, lagrimas derramadas em vão. A morte me ronda, não tenho medo dela, tenho medo pelo que tenho e que vou deixar perdido, tudo é material sujo, muitas coisas estão numa questão de condicional.
Ajudo pessoas a subirem para a lua e nada recebo em troca, cada segundo são eternidades que não voltam mais. O que passou só tem volta na memoria, que de viva e concreta não tem nada. O trem passa correndo e não vê as vidas que ele deixa para trás.
O instante do agora passando nada para o passado vivido com dor, o medo entorpece o ser que tem a alma perdida, a transformação profunda da mente digeri palavras que não queriam ser ditas.
O ser real, o distante do sobrenatural comanda a vida amarga, o futuro não chega nunca; a ansiedade guia cada pensamento bom, o ruim ganha espaço na pequena criança de alma pura. O certo vive sob o errado, cada minuto distante de si, tenho os olhos firmes no além, além do que eu tenho que ser…
Pessoas têm raiva do NÃO, uma contradição dura que leva ao fim. O fim de tudo que foi conquistado, de tudo que não volta mais, nada tem valor e o valor é nulo diante da vida, o homem ganha estatos desmerecidos, pisando!
O olhar humilhado transforma o destino de quem um dia olhou para sim com outros olhos, o telefone não toca, o frio toma conta de cada parte do meu corpo, no papel não sai nada de bom, o que eu quero mostrar se esconde por dentro, o poder nunca será o ganhar para o pessimista a minha frente, seus olhos refletem a dor de uma vida injusta de quem não tem poder para lutar por ela, no relogio as horas passam depressa, nem consigo ver ha quanto tempo estou aqui sentada nesse banco vermelho, esperendo por alguém que nao queria esperar, em plena estação da Sé
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