E é assim que esta meu coração…
…completo!
sinto minhas asas presas na ilusão que seus olhos me mostram, trago comigo a fé que acredito, a palavra não dita e meu ser que se resume numa só alma querendo fugir do meu próprio coração.
O infinito assume o contraste de mim, o contrario é a contadição da ineficacia, a dor não se cura com remedios…
o meu eu, o seu, tudo como o antes e o depois do hoje que se resume em algo inesplicavel, tudo dentro sai pra fora numa imensidão maior que o mar, no espaço ausente, as estrelas brilham de acordo com o texto que regi meu destino, o mundo corre em direção contraria e nada muda em mim, as não ser as palavras, o mês em que eu queia partir voltou, o que se foi, hoje não tem como ser o de ontem taopouco o de amanha, nada justifica atitudes impesadas, a dor da perda, eh inconstante como vento que corre em direções contrarias ao que vejo da janela, de onde encontro o céu marrom em que vivo, o mesmo que em mim se desgasta não recorda o que foi vendido, o meu o seu o nosso destino se vira contra nós, vamos à caminhos impercorriveis e como se nada fosse certo, a lua cheia da noite fria, me leva ao lugar certo, o colo da mãe que chora uma ausencia insuperada, o que sou não vem de mim, e de mim não me vem nada.
agora o cheiro que entorpece minhas narinas rasga meus pulmões, deixando claro o puder da minha vulnerabilidade, o que faz de mim ser algo indefeso faz meu eu crescer com o q e acretido que me fazer chorar, as lagrimas passageiras levam alegria aos sabios, o ser oculto não quer me reconhecer, tenho comigo o que presiso ter, não que eu viva com rigor, vivo como se vivi.
o tempo passa, passa, no relogio vejo que horas são, as horas não me leva pra longe de quem eu queria esta perto, vejo além do que meus olhos querem ver, nada tem força com a força que vc trasmite, no meu céu tem gotas de sangue caindo em cima de mim, o mundo gira em direção contraria, me perco em palavras fortes, corto meus punhos com dentis afiados, o termo não é tão certo quanto a incerteza do agora, a noite ou o dia, tudo eh claro que não sei como o que, tenho sede de liberdade, tenho receio do encontro, quero ver o quanto de seu tenho de mim, o quanto não vale a pena se nada for dito por si, o que de mim se desfez no agora, no espaço do vão do vaga-lume…
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