Ô triste canção tão sonora
Que ecoa nos ouvidos surdos
Dos que não compreendem sinfonias,
Cala a voz doce do anjo que me acorda
E, da sombra que me persegue.
O galope do cavalo atrasa minha pressa.
Existe uma máquina que faz nuvens doces.
Os pássaros migram no outono,
Ursos se escondem do inverno.
Cores com cheiro…
Azul e vermelho,
Poliglota.
Uma cola que cola na menina que rebola.
Ô triste canção tão sonora
Criada da natureza e das pedras
Eis cantada pelas águas que matam
Chorais comigo o canto que me sufoca!
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