quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Qualquer lugar

Do ir que vem agora acompanhando meus passos leves, sinto vontade de não deixar os poucos que fiz, o mundo insiste em dar voltas tão compridas que perco a visão do lugar onde estou, não sei o que é, e muito menos como será. Dos lugares que caminhei levarei a companhia, do mau humor lembrarei apenas dos meus dias que do puro veneno, as palavras que foram ditas sairam sem intensão de ferir, por isso fizeram cantar. Coisas maldosas todo mundo tem, quem não tem não é muito gente.

Ja sinto falta dos dias que não terei, das pessoas que mal não falarei, do mundo onde não segui, e do caminho que escolhi, sinto que as lagrimas continuarão caindo, mesmo que por felicidade terei de derrama-las calada, o grito continuará sendo sufocado e nada mais esperarei de ninguem.

Agora, o novo exploara horizontes repletos de areias e pedras, meus olhos passaram a enxergar com voracidade e, em mim levo o que fiz, o único lugar que deixo de lembrança é o vale desconhecido onde pessoas tem a mania de gritatrem por coisas que não tiveram, o eco ecoando nos ouvidos de quem esta presente e sondando pelas paredes tras o desejo pra si, sozinha, não sei se é o certo e nem se eu posso continuar desafiando o destino assim, sei que o que faço busca coisas que se perderam por motivos que eu desconheço, talves eu naão mereça o que procuro, e talves seja por isso que eu não encontro, meu caminho esta sendo feito com medo, mas com uma vontade de vencer, de olhar de frente para a vitoria, não quero deixar mais tabém não posso levar nada além das lembraças que agora me fazem chorar…

O sublime não responde pelo que se reprime, da falta fazemos apenas um elo onde ao mesmo tempo que se liga tabém se perde, vejo o mundo me olhar com olhos de perseguição, vejo lagrimas continuando a cair se não partir, e vejo as lagrimas cairem quando partir, confesso que a vontade de desistir, acomoda com o que incomoda, não falando mais auto, tenho medo de ter o que sempre quis, tenho raiva do que eu sempre quis, por isso acabo deixando pessoas que fiz no meio do caminho, odeio deixar o que eu amo no meio do caminho, por mim, viraria pó e sumiria da lembrança de quem eu vivo deixando a cada passo.

O sorriso mais contagiante do mundo, não florescera por muito tempo nas minhas vistas, meu coração aflingi por isso, segurar mãos sempre foi o meu mais precioso dom, mesno quando não tinha ninguem para segurar as minhas, minhas lagrimas mostram minha fraqueza, não quero, cair de novo, não sei o que eu estou fazendo. Quando me vejo sozinha, de jeolhos rezando por quem eu não conheço, percebo o quão grande existre aqui dentro, queria que o mundo todo visse isso, sem medo de chegar perto ou apenas não se deixar levar pela aparencia.

Por dentro estou pedindo desculpas por esta sozinha…

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